Objetivos
O Curso de Agronomia da UFAPE, tem como objetivo: Graduar, em nível superior, Engenheiros Agrônomos capazes de promover, orientar e administrar a utilização dos fatores de produção. Visa racionalizar a produção vegetal e animal, planejar, pesquisar e aplicar técnicas, métodos e processos adequados à solução de problemas agrícolas, como também os aspectos sócio-econômicos, políticos, culturais e éticos, visando o desenvolvimento agrário sustentável e preenchendo os requisitos previstos no Decreto Nº 23.196 de 12/12/1933, a Lei Nº 5.194 de 24/12/1966 e a Resolução CONFEA N° 1.073, DE 19 /04/2016 que juntos regem o exercício legal da profissão do Agrônomo no Brasil.
Específicos
- Desenvolver conhecimentos científicos para o estabelecimento de tecnologias socialmente justas;
- Desenvolver processos produtivos que imitem ou respeitem o equilíbrio dos ecossistemas naturais do País, mais particularmente no Nordeste.
- Propor modificações e/ou transformações nos sistemas de produção, a partir do conhecimento dos ecossistemas, e do entendimento da formação histórica e das características atuais, no que tange à posse e uso da terra, às relações de trabalho e à base técnica;
- Contemplar o graduando com uma formação generalista para sua participação social na história da sociedade civil, com a prática equilibrada da cidadania e de seu exercício profissional conforme as exigências e avanços da sociedade civil organizada e do mercado de trabalho.
Perfil do Egresso
O candidato deve ter afinidade com as ciências agrárias, senso de observação para questões relacionadas ao espaço e um espírito de liderança.
Segundo a Resolução do CONFEA N° 1.073, DE 19 /04/2016 a atribuição do profissional será dada em função dos conhecimentos obtidos na universidade. Sendo assim, além de flexível, a formação dos nossos discentes terá de dar suporte para nossos futuros profissionais atuarem no mercado Regional, Nacional e Internacional.
Mercado de Trabalho
O mercado de trabalho ainda estende-se às Cooperativas de produtores rurais, às indústrias de fertilizantes e defensivos agrícolas, aos bancos e aos setores públicos, como secretarias estaduais, municipais e Ministério da agricultura, a Institutos como IPA, IBAMA, SUDENE, EMATER, INCRA, SENAR, EMBRAPA, Escolas Técnicas Federais e Universidades.